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Gleydson Mazioli obteve mais uma certificação LPI, agora especializada em Segurança, com uma pontuação de quase 90%. Com este resultado, ele renova as demais certificações obtidas na track: LPI 1, LPI 2 e LPI 301.

A LPIC-303 foi projetada para identificar os engenheiros de produção Linux que têm ênfase em segurança. A certificação é dividida em cinco sessões – criptografia, controle de acesso, segurança de aplicações, operações de segurança e segurança de rede e o candidato deve ter uma certificação LPIC-2 ativa para receber a certificação LPIC-3.

Segundo Mazioli, com 87% das organizações afirmando que é difícil encontrar talentos de código aberto, ficamos felizes em sermos referência para clientes desta indústria, há mais de 15 anos. “Esta certificação mostra que mesmo com nossa mudança de foco para Segurança e Performance, o Linux nunca deixará de ser parte de nossa essência”, afirma o gerente de tecnologia.

Este ano a Hackers to Hackers Conference (H2HC), um dos principais eventos de segurança da América Latina, celebra sua décima quinta edição e a SPIRIT está feliz em ver sua gerente executiva, Michelle Ribeiro, entre o hall de palestrantes.

Michelle apresentará sua palestra “Cyber Mercenários: Quando Estados Exploram a Comunidade Hacker”, fruto de sua pesquisa durante o mestrado que completou na Inglaterra.

O estudo aplica o conceito de novas guerras, difundido por Mary Kaldor (2012) aos conflitos no ciberespaço, dando especial atenção aos efeitos tênues entre o que é feito por interesses econômicos ou políticos, o que é feito por atores não-estatais e estados-nação.

Motivado por eventos recentes de ataques cibernéticos que geraram considerável controvérsia, como os ataques de 2007 contra a Estônia, as eleições presidenciais americanas de 2016 e a guerra cibernética em curso imposta à Ucrânia, os achados deste artigo demonstram que no novo ambiente social digital, o controle populacional pode ser exercido através de coerção em vez de violência.

Aliado a isso,  a natureza dos incentivos da Internet incentiva Estados a capacitar e financiar atores privados para agir em seu nome.

A apresentação discutirá até que ponto o atual corpo de leis e normas internacionais é adequado para responder a esse novo ambiente estratégico e como indivíduos e empresas da comunidade de hackers podem ser impactados se forem usados como mercenários cibernéticos.